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Exposição A AFIRMAÇÃO MODERNISTA celebra Semana de Arte Moderna

Exposição A AFIRMAÇÃO MODERNISTA celebra Semana de Arte Moderna

19/10/2022 às 10h57 Atualizada em 19/10/2022 às 10h57
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Exposição A AFIRMAÇÃO MODERNISTA celebra Semana de Arte Moderna

ColunaMinas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira

A Fundação Clóvis Salgado (FCS) e a Fundação AnitaMantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) realizam, a partir dodia 21 de outubro de 2022aexposição A Afirmação Modernista: a paisagem e o popular na ColeçãoBanerj.

Obra de Anitta Malfatti

135 obras de diversosartistas brasileiros estarão reunidas nas galerias Alberto da Veiga Guignard,Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima, no Palácio das Artes, celebrando ereafirmando a importância da Semana de Arte Moderna de 1922.

A mostra reúnepinturas, desenhos e gravuras de nomes referenciais da arte, como Tarsilado AmaralCândido PortinariAnita MalfattiAlfredoVolpiLasar SegallDi CavalcantiEmericMarcierCícero DiasIberê CamargoFaygaOstrowerBurle MarxAlberto da Veiga GuignardInimáde PaulaArlindo Daibert e Ziraldo. Divididaem sete módulos expositivos (Brasil Popular, Panoramas e Paisagens, Guignard,Paisagem Moderna, Abstração, Goeldi e Gravura Moderna), A Afirmação Modernistatem curadoria de Marcus de Lontra Costa e VivianeMatesco, e poderá ser visitada até 5 de fevereiro de 2023 (domingo).

A arte de DiCavalcanti

Além de celebrar ocentenário da Semana de Arte Moderna de 1922, um dos maiores marcos na históriacultural do País, a mostra A Afirmação Modernista retrata clássicas paisagensda cultura brasileira, da natureza exuberante às festas de rua, o samba, ocandomblé, a boemia, dentre diversos ícones do imaginário nacional. O escopo damostra foi construído a partir do acervo do extinto Banco do Estado do Rio deJaneiro (Banerj), que começou a ser formado no início dos anos 1960, vinculadoao contexto de afirmação da Cidade-Estado da Guanabara. Desde 1998, o acervoestá sob a guarda e cuidados da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado doRio de Janeiro. A Afirmação Modernista foi incialmente exibida no PaçoImperial, no Rio de Janeiro, e em seguida, no Museu do Ingá, em Niterói.

Segundo Marcus Lontra,responsável pela curadoria da mostra ao lado de Viviane Matesco, a exposiçãofoi pensada para sintetizar a coleção Banerj, uma das mais importantes doBrasil. “Trata-se de um acervo extraordinário, em que Viviane e eu buscamosextrair algumas questões importantes, levando em consideração que foi umacoleção formada a partir dos anos 1960: na época em que o movimento modernistase consolida, se afirma como uma linguagem, como uma perspectiva, não de umaprojeção de um país futuro, uma realidade de um país do presente”, explica ocurador. Nesse sentido, A Afirmação Modernista, pelo título, afirma a presençade obras que já fazem parte de um patrimônio cultural do povo brasileiro.

As diferentes maneirasde conceber a paisagem do Brasil revelam-se como marca da exposição, que reúneobras produzidas entre os séculos XIX e XX: a luminosidade dos trabalhosde Eliseu Visconti contrasta com as tensas pinceladas de AnitaMalfatti, a cidade anônima e silenciosa de Oswald Goeldi seopõe à exuberância das cenas urbanas de Di Cavalcanti, a paisagemimaginária de Cícero Dias distancia-se da racionalidadede Aldo Bonadei. As obras, que chegam agora à Belo Horizonte,viabilizam o acesso do público mineiro à fruição de trabalhos dessesgrandes artistas. Para Lontra, nada mais natural que a Funarj realizar aitinerância da mostra em Belo Horizonte. “Indiscutivelmente, toda a referênciaque temos do modernismo carioca é basicamente mesclada com a presençafulgurante de grandes personalidades mineiras”, destaca o curador.

Apesar do domínio dopensamento e do discurso modernista a partir de uma conjuntura artísticapaulista, é importante destacar que o modernismo não nasceu em São Paulo. Omovimento contou com a contribuição de diversos estados do país. Seguindo essapremissa, a exposição A Afirmação Modernista traz ao público um vasto acervo deobras cariocas e mineiras que tiveram forte influência na construção domovimento, com particularidades que necessitam de serem conhecidas ereconhecidas. 

“O movimento modernista opera em diversossentidos. Costumo brincar: se Minas Gerais não estivesse presente nomodernismo, ele não estaria errado, mas estaria sem tempero. Minas Geraistemperou o modernismo brasileiro, deu a ele significado, diferença, e umaqualidade indiscutível. Há um cuidado e carinho imenso nessa aproximação entreMinas Gerais e o Rio de Janeiro”, conclui Lontra.

Palácio das Artes(Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Galeria Genesco Murta e GaleriaArlinda Corrêa Lima) Avenida Afonso Pena, 1537, Centro de BH 

ENTRADA GRATUITA-Informações para o público: (31) 3236-7400

Movimento Modernista no Brasil – O Modernismo no Brasil teve início naprimeira metade do século XX. O movimento artístico, cultural e literário temseu marco oficial com a Semana de Arte Moderna de 1922, e teve como objetivoromper com o tradicionalismo e se livrar dos paradigmas e regras sobre o fazerartístico que prevaleciam no momento. Apareceu como um movimento que prezavapela independência e valorização da cultura cotidiana brasileira, adotando asimplificação do discurso e se aproximando da linguagem popular.

Seguindo a essência domovimento modernista na Europa, o Modernismo no Brasil preservoucaracterísticas como o rompimento com a estética tradicional, valorização daexpressão artística nacional, exploração de temáticas do cotidiano, uso delinguagem simples na literatura, além do desejo de representar a realidadebrasileira através da arte.

Festurisbate meta

Faltando poucos diaspara a abertura do Festuris - Feira Internacional de Turismo de Gramado no dia3 de novembro, os organizadores estão comemorando as expectativas de superar asedições de 2019 e 2021 que foram concretizadas, a feira está 100%comercializada e com lista de espera para novos expositores. O evento, que seráde 3 a 6 de novembro, bateu a meta de vendas desta 34ª edição ultrapassando em15% o ano de 2019.

De acordo com a gerentede vendas do Núcleo Festuris, Andréa Oliveira, esse resultado é reflexo dotrabalho desenvolvido nos últimos dois anos. “Nos posicionamos de forma positivae otimista para o mercado, mesmo em um período de pandemia, mantivemos acredibilidade do segmento turístico”, ressalta.

O evento no SerraPark movimenta o turismo do Brasil e exterior

Para Marta Rossi, fundadora e CEO do Festuris, essa será a maior dasedições já realizadas. “O mercado não só reagiu, como desejou se posicionar.Esse resultado é uma comprovação das expectativas que tínhamos para a retomadado turismo pós-pandemia. Embora houvesse uma expectativa menor, em relação atodo o mercado, efetivamente se provou o contrário. Desde o início do ano osegmento se mantém aquecido, e não parou, foi um movimento de forma direta”,aponta. 

A expansão em metros quadrados do evento reflete, também, o cenáriopositivo do setor turístico. O espaço Food & Drinks é a grande novidadedesta 34ª edição, e estará localizado no pavilhão Hortênsia. “Essa novidadereforça que o turismo é movimento, é resiliente. E isso o Festuris traz a cadaedição. O novo espaço vai aliar aromas e sabores com perfeitas experiênciassensoriais em 2 mil m²”, afirma Eduardo Zorzanello, CEO do Festuris.

Conhecimento em diferentes áreas serão apresentados no Meeting Festuriscom o tema “Ressignificando o Turismo”, além das mentorias que ocorrem emparalelo com a Feira, somando 90 horas de conteúdo de qualidade. O número deinscritos para essas atividades ultrapassa 50% comparado a 2021.

Com mais de 2,5 milmarcas em exposição e 40 destinos internacionais, a Feira de Negócios trazmuitas novidades em termos de roteiros e experiências em 24 mil m² de áreaconstruída. Cerca de 12 mil participantes vão poder acompanhar o Brasil e oExterior lançando tendências no segmento turístico, além disso, o networkingestá garantido para formalizar bons negócios.

Ainda é possível secredenciar pelo site: www.festurisgramado.com.

Turismo no Brasil 

Existe um sentimento: aliberdade mora em Minas. Aos amantes de experiências únicas, o Estado ofereceinúmeras atrações que vão desde momentos de descanso, as experiências doturismo cultural pela arquitetura de suas cidades, ou ainda as aventuras emmontanhas e trilhas e os encantos dos sabores da cozinha mineira.  

Segundo IBGE, o Estado éo segundo maior destino para viagens e obteve o maior crescimento no volume dasatividades turísticas com aumento de 38,7% no comparativo com julho de 2021;


Cachoeiras atraemos turistas na Serra do Cipó

Quando o assunto é viagens, MinasGerais está no topo do ranking dos estados. A pesquisa do IBGE, emparceria com o Ministério do Turismo, divulgada neste mês, só reforça ainspiração que Minas oferece. Minasé o 2º estado mais procurado para viagens em 2021 e o 5º estado commaior gasto total em rotas nacionais.

Lavras Novas atrai os turistas pela sua tranquilidade,cachoeiras, além de ficar perto de Ouro Preto

Ainda nessa pesquisa, osresultados do Módulo de Turismo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios- PNAD Contínua – apontam que, em 2021, as viagens realizadas paraMinas Gerais representaram 11,4%das viagens nacionais, ficando atrás apenas de São Paulo (21%). MinasGerais mantém sua posição e participação na distribuição desde 2020, ondeocupou também o segundo lugar. 

Na rota dos turistas,destacam-se as cidades de Monte Verde, Lavras Novas e Serra do Cipó. Nessecenário, em comparação a 2021, o fluxo de visitas de janeiro a julho cresceucerca de 70%. 


 Monte Verde, encanta pela diversidade da culináriae atrações turísticas

Também de acordo com oIBGE, em julho e agosto de 2022, Minas foi o segundo estado que registrou omaior crescimento no Índice de Atividades turísticas, com 45,3%. Nesse mesmocaminho, o setor de turismocresceu 45,2% no primeiro semestre, registrando alta acima da médianacional, que foi de 25,9%. 

Para o secretario Leônidas Oliveira a alta na procura é fruto deuma gestão estadual eficiente,comprometida com o avanço do turismo, que impacta e movimentadiretamente toda a cadeia produtiva. “A liberdade mora em Minas, com seu povohospitaleiro e a sua riqueza cultural. O turismo é uma forma depropiciar experiências e incentiva os pequenos negócios e a economia criativa,além de impulsionar investimentos locais. Como resultado, gera emprego, renda eestimula setores importantes da economia”, detalha o secretário.

A prova do grandeimpacto na cadeia produtiva pode ser observado por meio da taxa de empregosformais criados a partir do turismo. Segundo o Cadastro Geral de Empregados eDesempregados (CAGED), em comparação a julho de 2021, o crescimento foi de 11,4%,com destaque para os setores de alimentação e transporte. 

A partir do lançamentodo Programa Reviva da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, iniciado emmaio de 2021, com o intuito de retomar o potencial econômico das atividadescriativas durante a pandemia COVID-19, Minas Gerais criou, até o mês de agostode 2022, segundo dados do CAGED, aproximadamente 100 mil novos empregos nosetor de Turismo e economia criativa.  Consulte as agências de viagenspara fazer os pacotes de promoções para viajar pelo interior mineiro.

Coluna Minas Turismo Gerais JornalistaSérgio Moreira @sergiomoreira63  informações para a coluna enviar para [email protected]


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