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Embratur propõe criação de zonas estratégicas nacionais de segurança jurídica

Embratur propõe criação de zonas estratégicas nacionais de segurança jurídica

19/02/2020 às 11h38 Atualizada em 19/02/2020 às 11h39
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Embratur propõe criação de zonas estratégicas nacionais de segurança jurídica
Em conjunto com órgãos do governo federal, o objetivo égarantir a proteção em áreas com grande fluxo de turistas. O projeto também iráabranger a população
Membrosda comissão que vai elaborar o estudo para a implantação das zonas estratégicas

A Embratur e os ministérios do Turismo e da Justiça e SegurançaPública firmaram um projeto para atuação conjunta, por meio de um Termo deCooperação Técnica, para a garantia da segurança de turistas estrangeiros emvisita ao Brasil. Em reunião realizada nesta terça-feira (18), na sede daAgência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, o diretor-presidenteGilson Machado Neto instituiu uma comissão para elaboração de um estudo deviabilidade e implantação do projeto.

De acordo com Gilson Machado, neste primeiro momento, o foco é oturista internacional. “No entanto, com o apoio do Ministério do Turismo, oprojeto também irá abranger o viajante doméstico [nacional]”, informou. Segundoo diretor de Marketing, Inteligência e Comunicação da Embratur, Osvaldo Matos,também deverá ser apresentada ao presidente Jair Bolsonaro um Projeto de Leique estabeleça um endurecimento de pena para possíveis crimes, os chamadoscrimes de menor potencial ofensivo como furtos, cometidos no Brasil contraturistas. “Além de prejuízos morais, esse tipo de atitude traz prejuízosenormes para a imagem do nosso país e, consequentemente, prejudicam odesenvolvimento e a economia brasileira”, destacou o representante da Embratur.

Para o diretor-presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, “apartir do momento em que se reduz a criminalidade em um país, o ambiente paranegócios e turismo melhoram consideravelmente”. Segundo ele, a ideia dessaparceria entre os Ministérios é atender a uma preocupação do trade,fortalecendo ainda mais a segurança pública nos destinos turísticos e,consequentemente, trazendo um impacto positivo à imagem do Brasil com aampliação do fluxo turístico no País.

A ideia inicial é estabelecer 15 destinos prioritários, cinco emcada região do país, onde serão implantadas as zonas estratégicas nacionais desegurança turística como projeto-piloto. Além disso, o grupo deverá propor umavisita técnica em destinos internacionais considerados exemplos de segurança aoturismo, como Barcelona, Lisboa e Miami.

As zonas estratégicas nacionais de segurança turística deverãoreceber equipamentos adequados para a proteção e o atendimento ao turista. Oobjetivo é, em ação conjunta com todos os órgãos de segurança nacional e dosestados, destinar profissionais capacitados, com uniformes diferenciados, eutilizar a tecnologia, como o uso de drones e inteligência artificial parainvestigação.

Representando o Ministério da Justiça e Segurança Pública, oCoronel Ivan Ramos e o Coronel Santos Melo, técnicos que compõe a comissão,sugeriram à Embratur um estudo para apresentação de quais destinos turísticosbrasileiros deverão receber o aparato. Além disso, eles também apontaram a OperaçãoVigia como grande facilitadora do trabalho. Feita em conjunto com a Secretariade Estado de Segurança Pública (Sesp) do Mato Grosso, o Ministério deu início,em julho de 2019, à operação integrada que combate aos crimes de fronteira,como contrabando e tráfico de drogas. “Este projeto que estamos desenhando coma Embratur poderá ser um ´braço´ da Operação Vigia”, afirmou o Coronel IvanRamos. 

No próximo mês de março, a comissão irá se reunir novamente paraestruturação e assinatura do Termo de Cooperação Técnica. Os representantes dogoverno programam a primeira visita ao Centro de Operações Integradas deBrasília, considerado uma referência no monitoramento de segurança pública. (Fonte:Ascom Embratur)



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