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Coluna Minas Turismo Gerais: A EXPOCACHAÇA 2019

Coluna Minas Turismo Gerais: A EXPOCACHAÇA 2019

06/05/2019 às 10h17 Atualizada em 06/05/2019 às 10h18
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Coluna Minas Turismo Gerais: A EXPOCACHAÇA 2019
Jornalista Sérgio Moreira




Criadaem 1998, a Expocachaça é a maior e mais importante feira e festival doagronegócio da cadeia produtiva e valor da cachaça do mundo. São 22 anos deatividades e 28 edições realizadas, com o público de 2.242.000 visitantes,movimentando R$ 110 milhões em mídia expontânea, R$ 400 milhões em negóciosrealizados na feira e no pós-feira . Em 2018 foram 13.750 m2 de montagem entreestandes e espaços de expositores e eventos.


As Terras Altas de Minas Gerais produzem, em seusquase nove mil alambiques, a mais apreciada cachaça do Brasil. Os valores deuma cachaça estão hoje, por obra de contribuições apaixonadas e abnegadas,preservados em espaços de consumo, de promoção, de memória e também emtrabalhos de resgate cultural, arte e ciência, que poderão ser apreciados nestaobra, a qual pretende trazer à luz e congelar no tempo, para registro ereferência, um pouco da cachaça.

Um produto que pela suaimportância é hoje patrimônio cultural de Minas Gerais por Lei Estadual ebebida nacional do Brasil por Decreto Federal. Belo Horizonte será a capital da cachaça de  06 a 09 de junho, quando acontece, a 29ªExpochaça e a 13ª Brasilbier, no Expominas, a maior e mais importante e conceituada vitrine mundial da cadeiaprodutiva e de valor da cachaça, no formato consagrado B2B-FEIRA eB2C-FESTIVAL.
Hoje ela é um evento que nasceu em Minas Gerais em1998, a 21 anos e ganhou a liderança no Brasil e visibilidade mundial. A Feiraserá realizada em conjunto com a 13ª Brasilbier unindo as duas cadeias produtivasde bebidas artesanais, a cachaça e as cervejas artesanais.
A Expocachaça foi a principal responsável pelavisibilidade atingida e pelo status de destilado nobre retirando a cachaça dogueto a que esteve relegada por muitos anos, dando promoção e divulgação àbebida nos mercados interno e externo.
O sucesso do evento está em seu formato de feira(B2B) e festival (B2C), uma proposta aberta, com uma programação mais ecléticae complementar, onde negócios, lazer, entretenimento, gastronomia, turismo,cultura e espetáculo interagem e convivem harmonicamente, dando o molhonecessário para o encantamento do  público,o sucesso na comercialização de produtos e a visibilidade junto aospatrocinadores e a mídia.
Os segredos de fazer a boa cachaça estarão emexposição

Utilizar a força e o pioneirismo do evento e a suaposição de maior e mais conceituada Feira e vitrine da cadeia produtiva dacachaça do mundo, para fomentar negócios, promover e divulgar os produtos ,serviços, equipamentos e insumos da cadeia produtiva e de valor da cachaça eprodutos afins; Promover ações estratégicas de modo a ter influência nosambientes político, institucional da mídia e do mercado, gerando impactossignificativos nas tomadas de decisões em prol da promoção, divulgação edesenvolvimento do setor.
Nos estandes o públicoprova a cachacinha e pode levar para a casa a famosa amarelinha e branquinha
Museu de Sant'Ana, em Tiradentes,e do Oratório, em Ouro Preto, fecham as portas temporariamente
Museu de Sant'Ana é um dos principais pontos turísticos de Tiradentes

Doisdos mais importantes museus de Minas Gerais, o de Sant'Ana, emTiradentes, e o do Oratório, em Ouro Preto, vão fechar asportas temporariamente. Um comunicado divulgado pelo Instituto FlávioGutierrez, mantenedor das instituições, informa que desde o dia 6 de maio, asequipes que atuam nos dois museus entrarão em fériascoletivas até 5 de junho na expectativa de nesse períodoviabilizar captações para a manutenção dos mesmos.

Acervo de 291 imagens no casarãodo museu

OMuseu de Sant'Ana foi aberto em setembro de 2014 e funciona no prédio queabrigou a antiga cadeia pública de Tiradentes. É um dos museus que mais recebevisitantes no estado e conta com um acervo de 291 imagens dasanta que é a mãe de Maria e a avó de Jesus Cristo. Já o do Oratório,inaugurado há mais de 20 anos, reúne 162 oratórios e 300 imagens que datam doséculo 17 ao século 20. O museu se localiza num casarão histórico naantiga Vila Rica, anexo à Igreja de Nossa Senhora do Carmo.

Museu do Oratório em Ouro Preto foi fundado em 1998

Emjaneiro, a presidente do Instituto Flávio Gutierrez, Angela Gutierrez, informou as dificuldades de se manter osespaços e já cogitava fechá-los, devido as mudanças na Lei Rouanet, o principalmecanismo de fomento à cultura do Brasil.

Oratórios de várias épocas guardam a história religiosa 

"A gente não sabe ainda se a lei serámodificada. É grande a desinformação e, claro, houve quem fez mau uso dela. Muitospatrocinadores temem investir porque estão confusos. Sem contar que oMinistério da Cultura se transformou em secretaria. Nosso instituto semprecaptou por meio da Lei Rouanet, mas agora não sei como vai ser”, declarouna época Angela Gutierrez.

Isençãode vistos já reflete no número de reservas no Brasil
Ointeresse de visitantes estrangeiros pelo Brasil aumentou consideravelmenteapós isenção de vistos para Estados Unidos, Japão, Austrália e Canadá, segundodados divulgados pelo Grupo Amadeus, uma das maiores empresas de tecnologia eviagens do mundo. A alta expressiva no número de reservas para destinosbrasileiros ocorre justamente entre cidadãos dos quatro países beneficiadospelo anúncio da isenção de visto, assinada em 18 de março pelo governo federal.Só nos Estados Unidos, foi registrado um crescimento de 53% nas reservas parajunho na comparação com 2018, enquanto para julho alcançou 97%.
Já no Canadá, o crescimento foi de 86% para junho,54% para julho e expressivos 135% para agosto deste ano. Para as reservas járealizadas pelo Japão, o crescimento em junho deste ano será de 150% em relaçãoao mesmo mês em 2018. A alta segue nos meses seguintes, com 60% em agosto e158% em setembro. Na Austrália, o crescimento foi de 86% em junho, 54% em julhoe 135% em agosto.
Osdados mostram ainda que as pesquisas dos Estados Unidos pelo Brasil comodestino turístico aumentaram 31% por dia. Em abril, o crescimento foi de 76% e,em março, de 58%, sempre relativos aos mesmos períodos em 2018. No Canadá e naAustrália, as pesquisas, em abril, cresceram 37% e 36%, respectivamente, e nomês de março, 44% e 53%, respectivamente.
Demandaantiga da cadeia produtiva do turismo, a medida de facilitação de entrada nopaís, que contempla quatro países considerados estratégicos para o turismo noBrasil, pretende ampliar o número de visitantes estrangeiros, gerando divisas ecriando empregos no país. A expectativa é de que a medida permita ao Brasilatingir a marca anual de 12 milhões de visitantes estrangeiros até 2022, metaprevista no Plano Nacional de Turismo 2018-2022.
Coluna Minas Turismo Gerais jornalista Sérgio Moreira 
Informaçõespara [email protected]

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