A companhia promete preços sempre 30% ou 40% mais baixos nosvoos regulares. Para chegar a essas tarifas, a empresa cobra separadamente porcada serviço oferecido, incluindo a alimentação a bordo em voos internacionaisde longa distância.
Segundoo representante da companhia norueguesa, Matias Maciel, o Brasil é um mercadoestratégico para o setor de aviação. Ele relembrou a história da Norwegian naregião: “Há um ano começamos a voar para Buenos Aires, e hoje já temos, além darota internacional, seis rotas domésticas no país. Temos planos ambiciosos paraa América do Sul”, contou.
Aempresa norueguesa é a segunda low-cost a voar para o Brasil, depois da chilenaSky Airlines. Atualmente ela oferece frequências entre Londres e 12 destinosnos Estados Unidos e na Argentina. A rota brasileira da Norwegian reforça apresença da empresa na América do Sul.
AAgência Nacional de Aviação Civil (Anac) também autorizou no mês de fevereiro ofuncionamento da empresa low-cost argentina Flybond no Brasil, mas o início dosvoos depende de nova autorização.
“Depois de um mês tão positivo para o setor deturismo brasileiro, com a liberação do visto para americanos, australianos,canadenses e japoneses e a aprovação, pela Câmara Federal, do texto que permite100% do capital estrangeiro em empresas aéreas no Brasil e que moderniza a LeiGeral do Turismo, nada como encerrar o mês recebendo o primeiro voo daNorwegian em solo brasileiro. Significa a melhora na conectividade aérea eaumento dos players do setor, beneficiando desta forma a economia brasileira e,é claro, o consumidor”, afirmou o ministro Marcelo Álvaro Antônio. (Com informações da Agência deNotícias do Turismo)