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Coluna Minas Turismo Gerais: Histórico vapor Benjamim Guimarães

Coluna Minas Turismo Gerais: Histórico vapor Benjamim Guimarães

25/05/2021 às 14h32 Atualizada em 25/05/2021 às 14h32
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Coluna Minas Turismo Gerais: Histórico vapor Benjamim Guimarães

Sérgio Moreira 

OVapor Benjamim Guimarães é um dos últimos no mundo e tem sua históriarelacionada diretamente com o processo de implantação da navegação comercial noRio São Francisco entre a segunda metade do século 19 e meados do século 20,participando como referência fundamental na paisagem do rio e na memóriacultural coletiva local, regional e nacional. Por recomendação da Capitania dosPortos teve suas atividades interrompidas em 2015, desde então aguardarecuperação de sua estrutura para retomar a atividade.


Ovapor Benjamim Guimarães é um marco pelas viagens no São Francisco

Patrimôniode Minas Gerais desde 1985, o Vapor Benjamim Guimarães, de Pirapora, no Nortede Minas, está passando por um processo de restauração que, em breve, permitiráo retorno da embarcação ao Rio São Francisco. A licitação foi concluída emoutubro de 2020, e a restauração do Vapor está sendo feito por meio de umcriterioso processo, que levará de seis a oito meses para ser concluído.

Com aproposta de tornar todo o processo transparente para os mineiros, o InstitutoEstadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), estápublicando, periodicamente, a respeito das etapas de restauração do Vapor. Aprimeira, divulgada em novembro, trata do início dos trabalhos, com a docagemda embarcação das águas do São Francisco.

 

Publicadas de forma periódica no sitedo Iepha-MG, as Notas Técnicas sobre o restauro do Vapor Benjamim Guimarães vãodestrinchar todo o processo pelo qual a embarcação será condicionada ao longodos próximos meses. A primeira edição, que foi divulgada em novembro, descreveo processo de docagem do Vapor. A docagem consiste na retirada da embarcação daágua para um local, conhecido como doca, onde serão feitos os procedimentos demanutenção e reparos geralmente de ordem maior, que não podem ser feitos com obarco em operação.

A docagemda embarcação, primeira e mais complexa etapa da obra, foi concluída. Aoperação foi dificultada pelo baixo nível da água do Rio São Francisco e dafragilidade em que se encontra a embarcação, razão pela qual está impedida denavegar há alguns anos. A última obra de restauração foi em 1986 e, ao longodestes trinta e quatro anos, ocorreram intervenções pontuais.

Duranteo processo, conforme cronograma da obra, a embarcação sofreu uma flexão naparte posterior, que será sanada e não implicará em serviços extras aos jáprevistos na obra em curso, que contemplará as intervenções necessárias para aconformidade da embarcação às normas vigentes, condição indispensável para suanavegabilidade.


 BenjamimGuimarães saiu das águas para a reforma

 

O valortotal que será investido na recuperação do Benjamim Guimarães é de R$ 3,7milhões dos quais R$ 74 mil devem ser aportados pelo Iepha-MG a título decontrapartida. As obras estão sendo executadas pela empresa INC Indústria NavalCatarinense, vencedora da licitação.

 

A embarcação foi construída em 1913,pelo estaleiro norte-americano James Rees e Sons e navegou alguns anos no RioAmazonas sendo transferido para o Rio São Francisco a partir de 1920.Transportou turistas pelo rio, sendo o único em funcionamento. Com capacidadepara transportar até 140 pessoas, entre tripulantes e passageiros, ao vapor épermitido navegar em rio, lago e correnteza que não tenham ondas ou ventosfortes. O tombamento estadual foi aprovado em 1985 com inscrição no Livro doTombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.

Comocaracterísticas construtivas, o bem cultural é uma embarcação fluvial de popaquadrada, com máquina à vapor de 60 cavalos de potência alimentada por lenha, ecom uma capacidade máxima de estocagem de 28 toneladas de combustível. Osistema de propulsão é o de roda de pás localizado na popa, capaz de atingiraté 6,5 nós de velocidade máxima. O peso descarregado é de 243,42 toneladas,podendo ainda ser acrescido de mais de 66 toneladas, possui 43,85 metros decomprimento total e 7,96 metros de largura.

Depoisde mais de 30 anos passados de sua última reforma integral, o Vapor BenjamimGuimarães tem a oportunidade de passar por uma nova restauração. A comunidadede Pirapora, do Estado e do Brasil possam usufruir e voltar a contar históriaspelo Rio São Francisco, com as viagens pelo velho Chico.

Cadastramento de propostas de execução a obras de infraestruturaturística


Os gestoresestaduais e municipais de todo o país terão até 6 de junho para cadastraremsuas propostas de execução de emendas parlamentares individuais (com finalidadedefinida) para obras de infraestrutura turística. Os projetos deverão serincluídos na plataforma Mais Brasil, do Governo Federal, e serão analisadospela Pasta até o dia 23 de agosto, data limite para a avaliação final.

“Chegou a hora de estados emunicípios inscreverem os seus projetos para que possamos retomar o turismo nonosso país com uma infraestrutura turística qualificada e que proporcioneconforto aos nossos visitantes. Além disso, não podemos deixar de observar queesses projetos são importantes geradores de emprego e renda para a nossapopulação, que é a grande vocação do nosso setor”, pontuou o ministro doTurismo, Gilson Machado Neto.

O Programa de InfraestruturaTurística visa o desenvolvimento do turismo nos municípios brasileiros,principalmente por meio de adequação da infraestrutura, de forma que permita aexpansão das atividades turísticas e a melhoria da qualidade do produto para oturista, bem como a obtenção dos objetivos previstos no Plano Nacional deTurismo.

Desde a criação doMinistério do Turismo, em 2003, a pasta já destinou aproximadamente R$ 14bilhões para obras de infraestrutura, beneficiando 4.937 municípios. Osprojetos vão desde intervenções pontuais em praças e outros atrativosturísticos até obras de grande porte como pontes e melhorias em rodovias quedão acesso a destinos nacionais.

AEROPORTO INTERNACIONAL DEBH ASSOCIA-SE À CÂMARA CHINES DE COMÉRCIO DO BRASIL

O AeroportoInternacional de BH agora é associado à CâmaraChinesa de Comércio do Brasil. A parceria comercial é um passoimportante em direção à internacionalização dos negócios e da consolidação doaeroporto como um hub logístico que conecta o Brasil ao mundo.


“Essa parceria é vital para que consigamosnos aproximar das empresas chinesas. A China encontra-se em franca expansão deseus investimentos comerciais e industriais e possui um enorme mercadoconsumidor, fatores que os tornam parceiros estratégicos e vitais na iniciativade nos consolidarmos como um Hub de negócios e logística em Minas Gerais e noBrasil. Com o auxílio da Câmara Chinesa, poderemos compreender melhor a culturado país, termos uma comunicação mais assertiva, segmentarmos os nichos demercado com as propostas de valor do aeroporto e, com isso, aumentarmos nossaschances de concretizarmos bons negócios.” Aponta Vinícius Silva,Coordenador de Inteligência de Mercado.?  Além da Câmara Chinesa, o AeroportoInternacional de BH também possui parcerias com as Câmaras da Índia, da Itáliae de Portugal.?

 

Coluna Minas Turismo Gerais  jornalista Sérgio Moreira  @sergiomoreira63

Informações para [email protected]


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