A viagem começou logocedo, a partir de Palmas. Logo depois das sete da manhã saímos em direção aPindorama do Tocantins, onde fica a Lagoa do Japonês. São 208 quilômetros emestrada asfaltada, mais 19 de terra. O caminho mais curto passa pelo distritode Taquaruçu, um dos destinos de ecoturismo mais impressionantes dos Tocantins,e do qual falaremos em matéria exclusiva, passando por Santa Teresa e PonteAlta do Tocantins.
Depois de três horas deviagem chegamos a um verdadeiro paraíso ecológico. As águas da Lagoa do Japonêssão totalmente transparentes. Destaque especial para o recanto onde fica umapequena caverna, local extremamente aconchegante. O que chamou a atenção foi ogrande números de frequentadores na alta temporada, o que exige um controlemaior parte dos órgãos governamentais, embora a área seja particular.
Um bar e um restaurantesimples, mas muito aconchegante, garante uma estadia sem sobressalto no local.Os preços da alimentação e da bebida estão dentro da normalidade. Os proprietáriospermitem que os frequentadores possam levar alimentos, mas bebidas são proibidas.
PedraFurada
Depois do almoço e de umcochilo no redário, seguimos até a Pedra Furada, de onde é possível apreciar umbelo pôr do sol. Tudo natureza pé no chão mesmo. O contato com a Pedra Furadanos faz pensar nos caprichos da natureza, que proporcionam tantos momentos delazer e contemplação.
O pouso no final doprimeiro dia de viagem ao Jalapão foi em Ponte Alta do Tocantins, com direito auma jantinha esperta e quarto confortável em uma das pousadas locais.Procuramos dormir mais cedo, porque o segundo dia nos proporcionaria umaaventura que exige um pouco mais de esforço, tudo recompensado pelas dádivas danatureza no Jalapão.