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Tocantins tem grande volume de negócios no início do Salão do Artesanato em Brasília

Tocantins tem grande volume de negócios no início do Salão do Artesanato em Brasília

28/10/2021 às 20h11 Atualizada em 28/10/2021 às 20h11
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Tocantins tem grande volume de negócios no início do Salão do Artesanato em Brasília

Artesãos tocantinenses estão otimistas com aparticipação no evento no Distrito Federal

Estande do Tocantins ficará montado no Pátio Brasil até o dia 31 - SeleuciaFontes – Governo do Tocantins

O 14°Salão do Artesanato - Raízes Brasileiras tem o patrocínio do Sebrae e do BRB, econta com o apoio Institucional do Programa do Artesanato Brasileiro/Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade –SEPEC/Ministério da Economia.

Seuobjetivo é fomentar e promover o artesanato, reunindo expositores nacionais einternacionais que comercializam e expõem seus artigos, seja por meio deseleção feita pelos governos estaduais ou individualmente.

Há umagrande expectativa em torno do evento aberto na quarta, 27, em Brasília, já queé o primeiro realizado após a pandemia de Covid-19. “Nossos expositorescomercializaram peças antes mesmo da abertura”, comemora o superintendente deCultura Remilvan Milhomem. 

Lojistasem São Paulo, Isabela Marques e Josiane Massone trabalham com revenda de peçasartesanais de todo o Brasil. Compram mensalmente de 35 artesãos fixos eaproveitam as feiras para realizar rodadas de negócios e adquirir novosprodutos.

Lojistas de São Paulo adquiriram várias peças da cestaria karajá – SeleuciaFontes – Governo do Tocantins

Elasficaram encantadas com a cestaria karajá levada ao 14º Salão do ArtesanatoBrasileiro por José Uriawa Karajá, natural da Aldeia Macaúba e morador de Lagoada Confusão, que participou da seleção realizada pela Agência doDesenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), e expõe peçasproduzidas por sua família em cerâmica, palha de buriti e madeira.

Para Marco Aurélio (e), os cofos carregam a identidade do povo Krahô – SeleuciaFontes – Governo do Tocantins

A arteindígena também está representada pelo Centro Cultural Kájre (Goiatins), compeças da etnia Krahô, em especial biojoias e cofos (cestos de palha), quechamaram a atenção de Marco Aurélio Pulcherio, proprietário de uma agênciacomercial em São Paulo que abastece lojas especializadas em todo o País."Já tinha trabalhado com cestaria do Amazonas", conta ele, aoexplicar o interesse pelos cofos do povo Krahô. "São peças com muitaidentidade, bom acabamento", explica.

Bonsnegócios

O artesãoe percussionista Márcio Bello confirma as boas expectativas, revelando que jáfez vendas prévias durante a montagem da exposição. Ele levou a Brasília oresultado de sua pesquisa em confecção de instrumentos tradicionais, emespecial os tambores de barro, o roncador, o fuxico, o caxambu, caixas de foliae miniaturas iconográficas do Tocantins.

MariaElza, que representa a Associação das Mulheres Artesãs e Empreendedoras doLajeado, revela que não participava de uma feira deste 2019. Segundo ela, alémdas vendas diretas, o evento é uma boa oportunidade para conquistar novosclientes para vendas posteriores da cerâmica vermelha de Lajeado.

Tambémrepresentam o artesanato tocantinense Edina Martins Borges, de Xambioá, combiojoias em madeira (marchetaria), osso, sementes, coco babaçu; Josias de SouzaMenezes, de Gurupi, com peças em madeira. O capim dourado, que sempre conquistaas atenções, está presente por meio da Associação Dianopolina de Artesãos (Dianópolis)e da Associação Dourada (Novo Jardim).

“A Adetucapoia esta importante iniciativa de fomento à economia criativa custeando asdespesas referentes ao transporte rodoviário das mercadorias e dos artesãos”,ressalta o presidente da Pasta, Jairo Mariano.

O grupode artesãos está acompanhado por técnicos da Adetuc. 

Fonte: Governo do Tocantins

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