
O cantor e compositor radicadoem Gurupi encerra Aperitivo Sonoro do Sesc em outubro nesta sexta, 29. Oespetáculo será totalmente autoral e de forma online, das 19h30 às 20h30, noscanais do Sesc Tocantins no Youtube (SescTO) e Facebook: www.facebook.com/sescto.Informações pelo email [email protected] oupelo telefone (63) 3212-9949.
O Aperitivo Sonoro do Sesc éum projeto que busca oferecer à população o acesso gratuito à boa músicapopular brasileira, por meio de um rodízio entre músicos de Palmas e de outrascidades do Estado e do país. Antes da pandemia as apresentações eram ao vivo naunidade Tênis Sesc, que fica no Jardim Aureny III. Agora vai ser de formaonline nos canais do Sesc Tocantins no Youtube (SescTO) e Facebook: www.facebook.com/sescto.
Paulo Albuquerque
Compositor e cantor, tem 58anos e mora em Gurupi. Desde que chegou ao Tocantins, além das atividades quesempre desenvolveu como advogado, jornalista e professor, participou de dezenasde festivais de música tanto no Tocantins como em outros estados, tendo gravadocanções como Cantos do Tocantins, entre outras coletâneas.
Em 2.000 lançou o CD EmTempo, com 12 canções inéditas. Desde então, sistematicamente, compõe e produzmúsicas lançadas periodicamente em suas redes sociais, inclusive em serviços destreaming digital, tais como Spotify e Deezer. Paulo é pesquisador daidentidade tocantinense, tendo lançado recentemente o livro Cantos em Si, ondeanalisa narrativas de seis artistas do Estado em 24 canções.
No Aperitivo Sonoro do Sesc,Paulo irá apresentar o show Em Tempo,que revela as várias fases do compositor. Letrista e melodista, é dono deinterpretações suaves; um soprano, que mostra neste trabalho a pluralidade deinfluências músicas que recebeu durante toda a sua trajetória como artista,iniciada no Rio Grande do Sul em 1980 e que tem prosseguimento no Tocantins,desde 1989 até os dias atuais.
No repertório estão músicascomo a que dá título ao show, (Em tempo), composta em parceria com GilsonCavalcante. Esta canção data do final da década de 90, trata-se da migração daspessoas do interior do Tocantins para a jovem capital do Estado.
Já a música Quebradeiras deCoco é o resultado de uma parceria com o poeta e escritor Paulo Aires Marinho.Nesta obra, os autores juntam letra e melodia para se pronunciar sobre um temapolítico-social muito relevante vivido especialmente pelas populações da regiãoNorte do Estado.
Não Vivo Mais em Mim é umadas finalistas do Festival Cantos do Tocantins; foi composta juntamente com opoeta Reneu do Amaral Berni. Os autores dão voz aos Javaé, povo nativo da Ihado Bananal, que no confronto diário com a cultura do ‘povo conquistador’ se vêno papel de coadjuvante e com suas identidades ofuscadas.
Céu da Boca é uma parceriacom Chico Chokolate. Mais recente, esta canção, um baião estilizado, traz numaabordagem leve o romantismo dos compositores. Na Mesma Levada Está Olhe PraMim, que foi produzida em parceria com Ronaldo Teixeira e Antonio Roveroni.Letra fácil, poética e contemporânea, ganhou vida em uma melodia limpa e decompreensão fácil.
Filhos De Um Solo Só, tem aroupagem dos festivais: a letra consiste em um refrão que marca presença. Estafoi feita em parceria com o premiadíssimo Genésio Tocantins, e ficou em segundolugar no GuruFestival, realizado em Gurupi em 2019.
O show tem a direção musicalde Chico Chokolate e a participação dos instrumentistas Dito Albuquerque(violão e viola), Tarcisio Ranhel (percussão) e Moisés Ribeiro Netto (flauta eteclado).
Fonte: Ascom Sesc Tocantins
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