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Turismo volta a aquecer e deve gerar 81,7 mil vagas na alta temporada

Turismo volta a aquecer e deve gerar 81,7 mil vagas na alta temporada

11/11/2021 às 15h46 Atualizada em 11/11/2021 às 15h48
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CNC projeta faturamento deR$ 171,9 bilhões pelo setor


Rio de Janeiro - Tomaz Silva / Agência Brasil

Aflexibilização das medidas de isolamento social, resultante do avanço davacinação contra a covid-19, tem reaquecido o ritmo de atividade dos serviçosturísticos. A expectativa é que o segmento contrate 478,1 miltrabalhadores formais entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022. Dessetotal, 81,7 mil serão voltados, especificamente, para atender à demanda daalta temporada, com vagas temporárias, segundo pesquisa realizada pelaConfederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). 

De acordo com o Índice de Atividades Turísticas, apurado pelo InstitutoBrasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de receitas do setoravançou 49,1% desde o fim da segunda onda da pandemia no Brasil. E,embora ainda esteja 20,7% abaixo do nível registrado antes do início da crisesanitária, é o melhor resultado desde fevereiro de 2020. 

Com a permanência desse cenário, a CNC projeta que as atividadesturísticas faturem R$ 171,9 bilhões ao longo da próxima alta temporada o quecontribuiria para levar o nível de volume de receitas ao patamar registradoimediatamente antes do início da pandemia a partir de maio de 2022. 

Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, um sinal de reativaçãoparcial das atividades é o comportamento de preços setoriais. 

“Embora, durante a primeira onda da pandemia de covid-19, os serviçosturísticos tenham ficado mais baratos, apresentando reduções de 6,3% nasdiárias de hotéis e pousadas e de 28,5% nas passagens aéreas, por exemplo, nosúltimos meses, a retomada da demanda e, principalmente, a evolução de tarifas,como a energia elétrica, vêm pressionando praticamente todos os preços daeconomia”, avaliou. 

De acordo com a entidade, apenas em 2021, a energia elétrica acumuloualta de 24,97% e os gastos com energia representam, em média, 19% dos custosnos serviços de hospedagem e 15% em bares e restaurante. 

“Ainda assim, de março de 2020 a outubro de 2021, a variação média dospreços dos serviços turísticos (+7,8%) se deu abaixo da inflação medida peloIPCA-15 (+11,8%) e alguns serviços típicos do setor ainda apresentaram preçosinferiores aos praticados antes do início da crise sanitária, como hospedagem(-5,7%), transporte por aplicativo (-6,7%) e passagens rodoviáriasintermunicipais (-10,7%)”, informou a CNC.https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1427091&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1427091&o=node

Avanço na vacinação

Fonte: Agência Brasil

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